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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Minorias Sexuais

Este trabalho é fruto da Disciplina Identidades Culturais na Pós-Modernidade do 4° Período de Letras da Faculdade São Luís de França, orientado pela Drª Vilma Mota Quintela, tendo como importância o conhecimento a respeito das diversas opções sexuais, dentre elas, travestis, bissexuais, gays, lésbicas.
No desenvolvimento do trabalho podemos perceber que apesar de adotar uma identidade diferente,estas pessoas tem uma vida normal, ou seja,estudam, trabalham e lutam a cada dia pelo seu espaço na sociedade,encontramos também muitas dificuldades, como encontrar homossexuais disponíveis para conceder a entrevista.
Segundo relato de alguns entrevistados o preconceito sofrido é muito grande.Com a publicação do Blog não iremos acabar com o preconceito, mas podemos dar uma visão mais ampla da realidade como ela é.

Procuramos detalhar o preconceito existente em relação aos homossexuais, além disso, mostrar que através de blogs, associações GLBTs e paradas GAYS, os homossexuais revelam sua identidade dentro da sociedade. É uma forma de trazer a tona um fato social bastante discriminado pelas pessoas em sua maioria por questões culturais, religiosas e a falta de conhecimento científico. Além disso, mostrar que é necessário conviver com as diferenças.
O nosso objetivo era fazer uma pesquisa mais detalhada sobre o tema citado, ampliando nosso conhecimento na área, aprofundar o conhecimento sobre os grupos minorias sexual.
A partir de leituras de textos religiosos, espirituais, e científicos relacionados ao homossexualismo é possível perceber a visão e a forma como cada um, dentro de sua crença, lida como essa questão. Além disso, sabe-se que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo vem desde a antiguidade a exemplo: “O príncipe Alexandre o grande” que se apaixona pelo seu amigo de infância e mantém uma relação com ele. Existem diversas teorias de o porquê uma pessoa ser homossexual. Seja por infância ambiental, genética ou da formação psicológica; uma coisa  é certa, ninguém opta por ser homossexual.
Esse tipo de relação, de comportamento, é visto como uma orientação do desejo. Mas esse conceito é recente, visto que somente em 1993, a organização Mundial da saúde deixou de considerar a homossexualidade como uma doença, passando a ser uma condição da personalidade humana. O conselho Federal de psicologia passou a condenar as promessas de tratamento para reverter à homossexualidade em 1999(Sylva Faria Marezano).
Para o desenvolvimento dessa pesquisa foram desenvolvidos pesquisas de campo, leituras de textos na internet, entrevistas e aplicação de um questionário, sendo assim pretende-se analisar a vivência dos homossexuais na sociedade Aracajuana. Foram utilizados diversos recursos tais como: DVD, papel oficio, lápis, borracha, caneta, passagem, câmara fotográfica digital.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

VALORIZAÇÃO DA IDENTIDADE GAY

Rony ( trabalha normalmente,estuda)


Vanessa ( descobriu que era gay aos 6 anos )
Tatiana
Questionário apresentado aos entrevistados:
1) Qual seu nome ,idade e profissão?
2) Você é homossexual ou bissexual?
3)Quando percebeu que de sentia atraído por pessoas do mesmo sexo?
4Você já se relacionou com mulheres? Tem filhos?
5)Você assume sua sexualidade diante da sociedade?
6)Qual foi á reação de sua família ao descobrir sua opção sexual?
7)O fato de ser homossexual dificulta o acesso ao mercado de trabalho?
8) Qual o maior índice de preconceito com relação a  você?
9) Você pratíca sexo seguro?
10) Já contraiu ou é portador de alguma DST? Qual?
11) Há preconceito entre o grupo homossexual?
12) Como você se sente diante da sociedade?
13) Você acredita que o individuo já nasce homossexual ou é despertado ao logo do tempo?
14) Como você lida com o preconceito?



quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Travestis brasileiras disputam
'Miss Universo' dos transgêneros

Evento na Tailândia reúne 23 participantes representando 14 países.
Michelly X defenderá o Brasil e Stella Rocha vai competir pela França.

Do G1, em São Paulo
Michelly X, de São Paulo, representa o Brasil; Stella Rocha, 
de Belém, será Miss França, onde viveMichelly X, de São Paulo, é a Miss Brasil; Stella Rocha, de Belém, a Miss França, onde vive (Foto: Divulgação)
Duas travestis brasileiras disputam nesta sexta-feira (19), na Tailândia, o Miss Rainha Internacional, uma espécie de "Miss Universo" dos transgêneros. Michelly X, de São Paulo, será a Miss Brasil no concurso que reúne 23 participantes representando 14 países. Stella Rocha, natural de Belém, vai ser uma das representantes da França, país onde vive.
A final do concurso será realizada em um teatro na cidade de Pattaya. Podem participar travestis e transexuais entre 18 e 36 anos tendo feito ou não cirurgia de mudança de sexo. A prova do gênero natural pode ser solicitada na forma da certidão de nascimento ou com exame médico. Cada país pode contar com mais de uma miss. As Filipinas têm cinco representantes, Estados Unidos, França, Japão e Canadá contam com duas participantes.
As candidatas fizeram na quarta-feira (17) uma etapa eliminatória com apresentação musical para o júri composto por estilistas, maquiadores, empresários e até cirurgiões plásticos.
Além da coroa, a miss vencedora leva um prêmio de US$ 10 mil. No ano passado, o título ficou com Haruna Ai, do Japão. A transexual brasileira Danielle Marques ficou em terceiro lugar.
Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/11/travestis-brasileiras-disputam-miss-universo-dos-transgeneros.html

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

12/11/2010 09h00 - Atualizado em 12/11/2010 09h00

Advogada transexual tenta uma vaga em tribunal máximo da Venezuela

Tamara Adrián chegou à terceira etapa de seleção para 19 vagas do TSJ.
Transexuais são vulneráveis em seu país como são no Brasil, disse ao G1.

Amauri Arrais Do G1, em São Paulo
Tamara Adrián, de 56 anos, é advogada com doutorado na universidade francesa de Paris II e professora há quase 30 anos das duas principais universidades da Venezuela. A candidatura dela a uma das cadeiras do Tribunal Supremo de Justiça, a mais alta corte do país, não seria nenhuma surpresa, não fosse ela transexual e lésbica.

Para a advogada, também ativista de direitos humanos, sua candidatura propõe ao tribunal um “dilema”. “Se usassem critérios absolutamente objetivos, eu poderia ser qualificada”, diz. Mas ela acredita que as chances são mínimas, diante de uma Assembleia Nacional que qualifica de “homolesbotransfóbica” e sua postura “politicamente independente”.
A advogada e professora venezuelana Tamara Adrián no seu escritório, em CaracasA advogada e professora venezuelana Tamara Adrián no seu escritório, em Caracas (Foto: Arquivo pessoal)


“Nunca fiz parte de partido político, sou uma pessoa de esquerda de formação, creio na liberdade humana e defendo os direitos humanos. Em consequência, não estou dentro do perfil que se quer ter no tribunal supremo, que é evidentemente de pessoas submissas”, disse ao G1.
Não me sinto muito diferente do que sempre fui. Não foi um processo fácil, mas nada é fácil quando se vai contra a corrente hegemônica em qualquer âmbito da vida"
Tamara Adrián, advogada e professora transexual
A advogada é um dos 404 candidatos que postulam uma das 9 novas vagas de titulares e 32 suplentes no STJ (equivalente ao STF brasileiro) para um período de 12 anos. Feita a pré-seleção pelo tribunal, os candidatos serão designados pela Assembleia Nacional, de maioria chavista, até o próximo dia 20.

“A seleção é fechada, não sei como são os critérios. Não é um processo aberto, transparente, público”, reclama Tamara, que chegou à terceira etapa do processo, de entrevistas.

A cirurgia para mudança de sexo, não permitida na Venezuela, ocorreu há “três ou quatro anos”, desconversa a advogada, que considera ser mais importante usar as palavras “transexual” e “lésbica” como categorias políticas para reivindicação de direitos. “Não me sinto muito diferente do que sempre fui. Não foi um processo fácil, mas nada é fácil quando se vai contra a corrente hegemônica em qualquer âmbito da vida.”

No dia-a-dia, diz não sofrer mais preconceito. “Na verdade, o respaldo que tenho hoje não é somente de pessoas lésbicas, gays e transexuais, mas da comunidade de advogados e da comunidade em geral que me vê como alguém fiel a seus pensamentos e suficientemente independente para me realizar como pessoa”, afirma.
A advogada durante condecoração por seu trabalho em defesa dos direitos humanosA advogada durante condecoração por seu trabalho em defesa dos
direitos humanos (Foto: Arquivo pessoal)
Ela reconhece, no entanto, que esta não é a situação da maioria das pessoas que se submetem à mudança de sexo, sobretudo no país em que, afirma, “não existe nenhuma forma de reconhecimento de identidade das pessoas transexuais”.

Na Venezuela, é possível trocar o nome na cédula de identidade, mas o documento anterior não é anulado e deve ser exibido ao lado do novo. Além disso, documentos anteriores à mudança de gênero, como diplomas e outros títulos, permanecem com o antigo nome.

“O que não é um princípio de igualdade, porque quando a pessoa vai procurar trabalho tem que explicar porque esse diploma que diz ‘Maria’ é na verdade de ‘Pedro’ e, obviamente, cria-se uma situação de discriminação tácita”, diz a advogada, ela própria vítima da regra que impõe que concorra à vaga no STJ como Tomáz, seu nome antigo.

Brasil
Ativista de direitos humanos, Tamara Adrián diz não ver diferença de tratamento a transexuais entre a Venezuela e o Brasil, onde esteve quatro vezes a convite para participar de seminários a convite do Ministério da Saúde e entidades de defesa de homossexuais.

“Todos os estudos já realizados demonstram que o grupo mais vulnerável que existe são os transexuais. Não me refiro apenas à identidade sexual, mas à violação de direitos humanos. Não há muita diferença dos refugiados e apátridas. Inclusive tem um elemento em comum: sem identidade, ambos [os grupos] estão em uma espécie de limbo e não podem trabalhar, estudar, acessar serviços de saúde ou circular livremente.”
|Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/11/advogada-transexual-tenta-uma-vaga-em-tribunal-maximo-da-venezuela.html

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Relembre os personagens gays das novelas
23 de abril de 2009 19h40 atualizado às 20h41
 
  Foto: TV Globo/Divulgação Marco Pigossi, o homossexual Cássio, de 'Caras & Bocas'
Foto: TV Globo/Divulgaç



Está no ar a novela Caras e Bocas, com mais um personagem assumidamente homossexual. Desta vez, quem encarou o papel foi o ator Marco Pigossi, 20 anos, que na trama interpreta um fashionista, amigo de Simone (Ingrid Guimarães).
Abrir a mente dos espectadores para que eles aceitem as diferenças vem sendo uma constante na televisão brasileira, especialmente na Rede Globo. Apesar da emissora não ter tido coragem de colocar no ar um beijo gay, muitos personagens mostraram o amor aberto entre homens.
Caminho das Índias, de Glória Perez, é a única novela das 20h que não terá um personagem assumidamente homossexual desde Mulheres Apaixonadas (2003), de Manoel Carlos. Confira os personagens mais marcantes que mostraram o amor aberto nas telinhas:
Orlandinho (Iran Malfitano)
Em A Favorita, Orlandinho era um rapaz confuso. Primeiro apaixonado por Halley (Cauã Reymond), caiu nas graças de Maria do Céu (Deborah Secco) no final da trama. Teve gente que se mostrou contrária ao relacionamento.
Stela (Paula Burlamaqui)
Na novela A Favorita, Stela (Paula Burlamaqui) foi casada com outra mulher, com quem criou um filho chamado Gabriel (Bruno Bezerra). Mais tarde, ela se interessa por Catarina (Lilia Cabral). No final da trama, o destino das duas ficou em aberto quando elas viajaram juntas, longe dos cafajestes homens que as rodearam.
Bernardinho e Carlão (Thiago Mendonça e Lugui Palhares)
Em Duas Caras, Bernardinho sempre foi incompreendido por sua família por suas feições delicadas. Ele mantinha uma relação de amor e ódio com Carlão (Lugui Palhares), que nunca assumia seu interesse definitivo pelo garoto. No final, eles acabam juntos. Sem beijo, é claro.
Rodrigo e Tiago (Carlos Casagrande e Sérgio Abreu)
Ao contrário das outras tramas, Rodrigo e Tiago eram um casal consolidado na novela. Eles moravam juntos e trabalhavam num hotel em Copacabana. Na mesma trama, o homossexual Hugo (Marcelo Laham) inventa um casamento falso com Taís (Alessandra Negrini) para esconder de seus pais o namoro com Felipe (Miguel Kelner).
Rubinho e Marcelo (Fernando Eiras e Thiago Pichi)
O médico Rubinho (Fernando Eiras) é casado com outro homem, o músico Marcelo (Thiago Picchi). Todos os seus amigos sabem do relacionamento de ambos. No final da novela, eles viram pais, adotando o filho da empregada.
Junior e Zeca (América)
América foi talvez a novela que abordou com mais seriedade um relacionamento homossexual. Júnior (Bruno Gagliasso) morava no interior com sua mãe. Ele não compreendia o fato de não sentir atração por mulheres, até que conhece o caubói Zeca (Erom Cordeiro), por quem se apaixona. A Globo bem que prometeu um beijo gay no final (que foi até gravado), mas não o exibiu de última hora. Indignado, Bruno Gagliasso disse que chorou pelo fato da cena não ter ido ao ar.
Eleonora e Jenifer (Mylla Christie e Bárbara Borges)
Na trama que está no ar no Vale a Pena Ver de Novo, Senhora do Destino, a médica Eleonora começa um namoro com a milionária Jenifer. Do outro lado da novela, temos Ubiracy (Luiz Henrique Nogueira), que namorava Turcão (Marco Vilela).
Clara e Rafaela (Aline Moraes e Paula Picarelli)
Em Mulheres Apaixonadas, Clara e Rafaela se apaixonaram enquanto estavam no terceiro colegial, enfrentando o preconceito dos colegas. No final, elas dão um selinho ao interpretarem Romeu e Julieta em uma peça da escola.
Fonte :http://diversao.terra.com.br/tv/interna/0,,OI3721951-EI12993,00.html

FANTÁSTICO: Ricky Martin assume ser gay (04/04/10)

Seguno o nosso entrevistado Rony, ser homossexual  é uma herança genética.Não gosta de mudar seu corpo. A noite se veste de dreguequim , e pelo dia se veste normalmente.